Ex-dentista conta a fórmula para realizar uma transição suave de carreira

Case Transição de Carreira
Grupo Atitude Emocional

Grupo Atitude Emocional

Ex-dentista conta a fórmula para realizar uma transição suave de carreira

Quando chega a hora em que a decisão de mudar é inevitável, há uma série de boas práticas que podem fazer uma transição suave de carreira. Sem atropelos, escolhas precipitadas ou estresse. É possível fazer uma revolução pessoal no trabalho de forma consciente e com muita serenidade. Mas, ao mesmo tempo, é natural que apareçam algumas inseguranças. Por isso, iremos trazer a história inspiradora da ex-dentista Déborah Aquino, 39 anos, mãe e uma profissional realizada. Porém, antes disso, confira o que estudos têm revelado sobre a satisfação no emprego.

Mudar é um assunto que tem passado pela cabeça de muitas pessoas. São profissionais que já estão no mercado e que sentem a necessidade de fazer uma transição suave de carreira ou empresa. Portanto, você tem companhia nesta decisão! Uma pesquisa realizada pelo Dale Carnegie Training averiguou que 34% das pessoas pretendiam buscar um novo emprego no ano seguinte e 16% estavam buscando ativamente uma colocação diferente. Somente 22% dos entrevistados via um futuro de longo prazo onde estavam. Enquanto, 34% pretendiam ficar entre dois e cinco anos na empresa ou função que ocupavam. E isso apenas falando sobre mudanças de um local para outro.

Outros estudos sobre o tema têm se aprofundado no assunto. Um deles, conduzido pela International Stress Management Association no Brasil, apurou que 72% das pessoas estão bastante insatisfeitas com a profissão. Da mesma forma, a pesquisa da Pactive Consultoria extraiu mais um dado sobre os brasileiros: 65% têm vontade de sair do emprego, largar tudo, e fazer algo que esteja mais próximo aos seus hobbies e que tenha maior conexão com a sua personalidade. Com números tão expressivos, é compreensível a importância de falar e trazer exemplos sobre como efetuar uma transição suave de carreira.

Case de sucesso: transição suave de carreira é possível

Deborah Aquino Grupo Atitude EmocionalAntes de mudar, Déborah Aquino, ex-dentista, tinha uma rotina bem corrida. Ela era proprietária de uma clínica com 10 outros dentistas e 3 funcionárias. Como o trabalho era distante de sua casa, ficava ainda de 2 até 3 horas no trânsito entre a ida e a volta. A ortodontista tinha uma agenda cronometrada, começava o atendimento às 8 horas da manhã e ia até 20 horas. Quando chegava em casa, era o momento de ficar com sua filha de 10 meses e atender suas necessidades. Na época, o marido trabalhava em uma consultoria com projetos fora do Brasil. Então, ele acabava ficando de um até dois meses fora.

Na ocasião, em sua cidade, não existia uma rede de apoio, somente a ajuda de um funcionária e a escolinha infantil. Antes de começar o expediente, Deborah deixava a filha na escola por volta das 7 da manhã e a funcionária buscava às 18 horas. Por conta do trabalho, a ex-dentista chegava em casa quando a pequena estava dormindo. Além disso, dentro da clínica, as tarefas eram a mil! Ela atendia os pacientes e se encarregava da parte administrativa. O que acabou indo de encontro ao objetivo inicial, que era ter um negócio que não precisasse tanto da sua presença física. As atividades se acumulavam e o resultado era mais trabalho administrativo durante o final de semana.

Antes da sua transição, a sensação era sufocante. Sentia que estava sendo impossível dar conta da profissão, ser mãe e cuidar das necessidades da casa.

O gatilho para mudar

A carreira profissional é uma parte significativa da vida das pessoas. Nela, há uma série de valores que são demonstrados e vivenciados, como o fortalecimento social, o ganho financeiro e a sensação de recompensa pela dedicação e esforço. Por impactar em diversas áreas, acaba sendo uma parte relevante da construção da autoimagem, autoestima e autoconfiança. Com a Deborah, acontecia exatamente o mesmo. Mas ela estava insatisfeita e buscava maneiras de fazer uma transição suave de carreira. E qual foi o gatilho para colocar em ação o plano de transformação profissional?

Um dia, recebeu um bilhete da escola: “hoje, a Duda andou pela primeira vez”. Aconteceu o estalo. Ela percebeu que não queria mais viver em função somente da valorização financeira, pois estava perdendo uma das fases mais importantes do desenvolvimento da sua filha. Foi o gatilho.

O começo da transição

Assim que decidiu encerrar o ciclo no qual se encontrava, a ex-dentista conversou com os colegas que trabalhavam na clínica, informando a todos sobre a venda do negócio. Para isso, informou que daria preferência de compra aos dentistas que trabalhavam com ela, mas caso eles não quisessem, iria colocar a oferta em sites de odontologia especializados. Em um mês, conseguiu vender o negócio e encerrou a Odontologia. E a sensação era de que estava indo atrás do que realmente desejava para si.

A certeza maior veio quando começou a ficar em casa e ver o crescimento da Duda. Deborah percebeu que queria algo que pudesse oferecer maior flexibilidade de horário. O dinheiro não era a condição principal.

Os primeiros passos

Zora Viana e Debs Aquino Logo após encerrar a Odontologia, descobriu que estava com câncer e obrigatoriamente parou por cerca de um ano. Logo após o seu tratamento de saúde, começou a fazer Coaching de Atitude com foco em vida e carreira com Zora Viana, sua sócia atual na Atitude na Vida. Durante o processo, descobriu que ser Coach era algo alinhado com seu propósito e missão. Estudou, fez as formações, participou de grupos de estudos, observações, estágio e supervisão. Só depois ela começou a atender demandas com temas que são sua especialidade: Felicidade, Espiritualidade, Esporte e Saúde.

O depois da mudança

Colocando na balança, considera que é muito mais feliz. O ganho financeiro ainda não é o mesmo como na época da Odontologia, mas tem uma ótima renda e o que pra ela mais importa: tempo para acompanhar o crescimento da sua filha. Trabalha com o que é o propósito dela, o de contribuir para melhorar a vida das pessoas e ajudá-las a se desenvolver. Precisou reequilibrar alguns pratos, mas fez uma transição suave de carreira, com mais tranquilidade para exercer o papel profissional.

Por fim, um recado da Coach Deborah: tenha calma e não aja por impulso. Se tivesse analisado mais profundamente, talvez tivesse arrendado a clínica e ainda teria uma renda recorrente.

O processo de transição de carreira é apenas o começo. A felicidade está nos processos que irão ocorrer após colocar em prática sua decisão. Haverá aprendizado, descobertas e novas percepções. Faça acontecer!

Saiba mais sobre o trabalho desenvolvido pela Déborah Aquino na Atitude na Vida – Grupo Atitude Emocional.
Clique aquiDeborah Aquino Atitude na Vida GAE

Compartilhe esse conteúdo

Populares

Receba conteúdos e novidades!

Inscreva-se e receba conteúdo de todo o GAE

Instagram

X