Cuidado! Dívidas podem causar depressão

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Ana Cláudia Rodrigues

Ana Cláudia Rodrigues

Cuidado! Dívidas podem causar depressão

Como as dívidas podem causar depressão? E, principalmente, o que nos torna endividados? Muitos fatores estão envolvidos dentro dessas questões. Porém, hoje será destacado um deles: a falta de clareza sobre limites e suas consequências.

Começando agora, você consegue responder: até onde onde você pode ir com seu dinheiro? É uma pergunta-chave, mas que muitos não conseguem chegar a uma conclusão. Dívidas podem causar depressão por conta de não conseguir saber os limites financeiros para cada necessidade ou vontade. É essa falta de autocontrole que faz com que cada um se perda dentro do seu orçamento.

Dívidas podem causar depressão e se tornar um problema crônico!

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Você não está sozinho! Há pesquisas que mostram uma quantidade significativa de brasileiros que estão perdidos em suas finanças, como as que são divulgadas pelo Serasa Experian. No entanto, não deixa de ser alarmante, afinal, as dívidas podem se tornar um problema crônico se não forem resolvidas. Ou, ainda, causar impacto significativo em diversas áreas de nossas vidas.

Falar sobre como dívidas podem causar depressão é uma forma de conscientizar sobre o problema com limites e a importância de um planejamento financeiro. O endividamento é capaz de influenciar em diferentes aspectos, um deles é a saúde. A probabilidade dos sintomas de depressão é acentuada devido ao desequilíbrio emocional. Logo, entram em cena os efeitos padrão:

  • angústia por não saber como resolver;
  • ansiedade para resolver logo;
  • autoestima lá embaixo por conta da realidade desanimadora;
  • emoções que afetam o humor;
  • falta de motivação;
  • alterações no sono;
  • sensação de medo;
  • insegurança;
  • pessimismo.

Qual a porta de entrada das dívidas e da depressão?

Em geral, quando não há uma situação de desemprego ou problema de saúde, o endividamento aparece em pequenos gastos. Inicialmente, são vistos no cartão de crédito, depois vão para o cheque especial e, aí, acaba-se tentando um empréstimo para lidar com os gastos que aparecem atrás de outros. É a famosa bola de neve. Quando se dá conta, tudo está fora de controle.

É nessa hora que a depressão costuma aparecer! Ela vem acompanhada da visão de que “não há alternativa” e “não tem jeito para a minha situação”. A pessoa sente-se desanimada e acaba não agindo e fazendo o necessário para sair do endividamento. E o que se deve resolver? A depressão ou o endividamento?

Cada resolução vai contribuir com a outra. Quando se está deprimido, os pensamentos negativos tomam contam. Por isso, a pessoa que está sendo tratada começará a enxergar melhor a realidade e os possíveis caminhos que pode tomar. No entanto, cabe dizer, que se agir primeiro para sair do endividamento, a sensação de alívio irá dar uma bela impulsão para diminuir os sintomas da depressão. Ou seja, cada caso deve ser analisado em suas particularidades.

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5 Dicas para equilíbrio financeiro e emocional

Separei cinco dicas que irão trazer de volta o equilíbrio financeiro e, por sua vez, irão atuar positivamente no emocional. Se dívidas podem causar depressão, a atitude positiva nas finanças pode ser um passo essencial para sair dela. Confira:

1.  Aceite e reconheça que você errou e pode errar!

Aceite o erro, mas tenha consciência da sua capacidade de mudar esse resultado. Acredite mais em você mesmo do que na situação financeira.

2. Observe quais os gatilhos que fazem gastar com impulsividade

Desenvolver o autoconhecimento é a chave para entender o que faz você agir de determinada maneira.

3. Dê um passo de cada vez!

O problema pode parecer grande, mas você é um ser humano, não se cobre excessivamente.

Olhar para uma meta menor, o que na Atitude Emocional chamamos de micro metas, dará mais disposição e autoconfiança para agir.

4. Converse com familiares

Assim como você erra, eles erram também. Assim como você têm suas habilidades, eles têm as deles. Somando o que todos têm de bom, com um ajudando ao outro, fica mais fácil superar. Ninguém é mais forte do que todos juntos.

5. Busque ajuda profissional

Não é qualquer emoção negativa que pode ser considerada depressão. É normal ficar triste, chorar, se preocupar e até se desesperar por causa de dinheiro. Contudo, se as emoções persistirem, procure uma psicoterapia, como a da Atitude nas Relações.

Bônus: conhecimento é poder!

Adquirir conhecimento de como controlar seus ganhos e gastos trará um poder enorme para realizar suas necessidades e sonhos. Recomendo conhecer nossas aulas e materiais especiais sobre o tema:

Um dos maiores problemas do endividamento é a falta de educação financeira. Até pouco tempo, não era um hábito discutir abertamente desde cedo sobre o assunto. Agora, há profissionais que estão aqui para ajudar e oferecer todas as informações que precisar. Dúvidas? Comentários? Conte com o GAE!

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