5 habilidades essenciais que não aprendemos na faculdade

Habilidades essenciais que não aprendemos na faculdade
Grupo Atitude Emocional

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5 habilidades essenciais que não aprendemos na faculdade

Até pouco tempo, a vida de cada um era determinada por etapas bastante sólidas: ir para a escola, passar no vestibular, terminar a faculdade, arrumar um emprego (um de longo prazo), casar, ter filhos e se aposentar. As gerações anteriores contavam com a segurança de saber o próximo passo e, paralelamente, não vislumbravam novas perspectivas. No entanto, o que é visto atualmente são mudanças pessoais e profissionais positivas, o domínio de habilidades essenciais que não aprendemos na faculdade e um leque de opções. Você sempre pode fazer diferente.

É natural que a possibilidade de se transformar possa gerar ansiedade e medo. Afinal, nunca houve tantas opções como agora. E, por consequência, as pessoas acabam se prendendo em profissões ou escolhas que não fazem mais sentido. Para superar isso, é preciso dar adeus a um ciclo que já terminou. Há algumas técnicas que podem ajudar nessa fase em que se lida com uma certa dose (muitas vezes, uma dose grande) de desmotivação no trabalho ou quando se está entrando no processo de transição. São habilidades essenciais que não aprendemos na faculdade, que não constam na grade de matérias ou no histórico escolar.

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Habilidades que não aprendemos na faculdade

5 habilidades essenciais que não aprendemos na faculdade

Determinados conhecimentos, são sim adquiridos nos bancos da faculdade, mas nem todos estão lá. Existem pré-requisitos do mercado que acabam sendo adquiridos na prática, pois não há nenhuma preparação acadêmica. Além disso, com diversas profissões sendo criadas por conta de novas necessidades, nem sempre os cursos de graduação conseguem acompanhar tamanha revolução. Na sequência, conheça cinco habilidades essenciais que não aprendemos na faculdade.

1. Liderar equipes

Não são todos os cursos de graduação que oferecem experiências de liderança. Mas, ainda assim, é uma das habilidades essenciais que não aprendemos na faculdade mais importante. Pode até ser que você tenha organizado trabalhos coletivos, mas a dinâmica da divisão de papéis nesse contexto é um tanto quanto diferente do que é pedido pelo mercado. Liderar, e não chefiar, está relacionado com autoconhecimento, com motivar e delegar. Há muitas armadilhas, como o medo de ser mal visto ou não ser amigo da equipe. Por isso, é tão relevante aprender como uma liderança deve agir.

2. Fazer networking

Há, em toda a turma, um daqueles alunos populares, que cativam durante a apresentação de trabalhos e transitam em diferente círculos. O que pode levar as pessoas por um caminho errado: “eu não sou assim e, portanto, não sei fazer networking”. Nada poderia estar mais equivocado! Fazer networking está mais para conhecer de verdade novas pessoas, não só trocar cartões. Saber os motivos que o levaram para determinada situação e se interessar pelas razões dos outros. É cultivar esses relacionamentos. Networking não é habilidade natural, ele pode ser aprendido.

3. Dar e receber feedbacks

Desde os dias de escola, os alunos estão acostumados a receber notas e críticas dos seus professores. Mas e quando é a hora deles fazerem o mesmo? Ou de receberem um feedback de alguém que está na mesma posição que eles? Ou, ainda, como irão aceitar os feedbacks de suas equipes para se tornarem melhores líderes? Dentro das três questões está uma das habilidades essenciais que não aprendemos na faculdade. O feedback é importante para mudar os que estão a sua volta e, principalmente, a você.

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4. Ser multicultural

Uma das habilidades essenciais que não aprendemos na faculdade levantadas por especialistas é: ser multicultural. Em tempos de graduação, somente se fizer um intercâmbio um aluno irá ter um contato mais profundo com outras culturas. Porém, quem estiver procurando crescer profissionalmente, terá que trabalhar com equipes de diversas culturas. O fundamental é não só saber como conviver, é também agregar em si pontos positivos que irá aprender com alguém que está em um contexto diferente. Compreender o mercado de forma macro exige, igualmente, a capacidade de absorver multiculturas.

5. Definir metas

A desmotivação vem, certas vezes, quando se tem um  comportamento de “agir por agir”. Ou seja, a pessoa está lá, cumprindo o papel dela como colaborador ou gestor, mas não vê sentido. Definir metas é imprescindível para o desenvolvimento profissional e pessoal. E, além disso, desenvolver metas que possam ser alcançadas. Por exemplo, quebrar uma “meta grandiosa” em micrometas e não somente pensar no “objetivo maior”, pois ele pode parecer muito distante.

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