Grupo Atitude Emocional

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5 dicas para quem precisa desapegar do passado

O apego é uma prática necessária para o desenvolvimento humano. Quem diz isso é John Bowlby, ele foi um renomado psicólogo, psiquiatra e psicanalista, além de pesquisador pioneiro, como quando estabeleceu sua “Teoria do Apego”. Para o especialista, o apego é uma característica que faz parte de cada um. Afinal, uma vez que construímos conexões seguras e de qualidade, isso pode fortalecer nossas relações durante toda a vida. Então, será que é preciso mesmo desapegar do passado?

Quando se fala em desapegar do passado, a primeira impressão é de uma missão daquelas cinematográficas. Porém, você verá que nada é impossível – e que certas práticas podem mudar positivamente uma pessoa. Por isso, o maior desafio está quando estabelecemos um “apego inadequado”, que é excessivo e, até mesmo, pode sustentar relações destrutivas e depreciativas.

Em geral, o excesso de apego é um comportamento que vem como consequência do que é chamado de “psicodrama de conserva cultural”. É como uma série de regras que nós vamos aprendendo ao longo dos anos e consolidando pouco a pouco. Com isso, chega-se ao ponto em que começamos a aceitar que essas regras não podem e não devem ser mudadas, não importa se está nos fazendo mal.

Como desapegar do passado?

Primeiro, o desafio lançado é o “exercício do desapego”. Lembrando que desapegar não é algo ruim, pelo contrário! Significa mais amor próprio, reconhecimento de nossas conquistas, valorização do “eu” no lugar do “outro”. O que é válido para situações e, ênfase, para objetos.

Maria da Penha Nery, psicóloga e psicodramatista, consegue traduzir em palavras o  que é desapegar do passado. De acordo com a profissional, é como arrancar uma lista de características que – de forma ilusória – pensávamos que fazia parte de nós. São verdades, orgulhos, idealizações, defesas e tudo o que colocamos como sendo “regras” que compõem nosso ser. Por essa razão, praticar essa limpeza de “certezas” é começar a plantar o perdão e amenizar a “dor do eu”  por meio do desapego e da confiança.

Aqui, encaixa-se mais um termo muito importante: confiança. É fundamental aprender a confiar em si mesmo. Confiar na própria capacidade de se reconstruir. Confiar em começar um “novo eu” ao desapegar do passado, do que pode estar aprisionando você. O apego não é anormal ou nocivo naturalmente. Entretanto, identificar a necessidade de desapegar do passado é estar preparando-se para uma nova etapa, quem sabe, mais completa. De você consigo mesmo.

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5 dicas para desapegar do passado

Com todo o conhecimento que adquirimos, podemos montar uma lista com dicas práticas para desapegar do passado. É ótimo tê-la sempre em mãos para consultar quando for preciso. Determinados ensinamentos merecem ser lembrados constantemente de tão relevantes que são. Aqui, estão apenas cinco que vimos ao longo do artigo:

Exercício do desapego: desconstruir a si mesmo e tudo que tinha como “certeza”. Questionar se está se colocando em primeiro lugar ou priorizando as outras pessoas;

  1. Questionar muito: quais são nossas verdades? Do que temos orgulho? Quais são as defesas que construímos? Entender quais são essas certezas que temos tão fortemente.
  2. Livrar-se das certezas: agora que você já conhece a imagem que havia construído, poderá não só questionar como iniciar um processo de “reverter” características. Começando a plantar novas ideias e o perdão.
  3. Confiar mais: confiar mais em você mesmo, na capacidade que tem de ir em frente, de desconstruir e reconstruir, de ter um “novo eu” com mais sentido e consciência.
  4. Não parar: o desapego precisa ser um ato contínuo. Por isso, tome cuidado para não cair em velhos hábitos. Estudar sobre o assunto, promover reflexões e trazer as respostas para o seu dia, fazem parte de um ciclo de sucesso.

Quer aprender mais sobre como desapegar do passado? Temos disponível uma aula que fala sobre o tema de forma aprofundada. Em “A Prática do Desapego”, provocamos a discussão e reflexão em conjunto com técnicas que irão ajudar a trilhar o caminho do desapego. O importante é colocar em prática, sem postergar, agir agora.

Depois de conferir “A Prática do Desapego”, deixe suas sugestões, dúvidas e insights para nós!

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